Categoria: Artigos
Data: 04/05/2026
“...dois povos, nascidos de ti, se dividirão: um povo será mais forte que o outro, e o mais velho servirá ao mais moço.” (Gênesis 25.23)

Isaque, filho de Abraão, casou-se aos quarenta anos de idade. Rebeca, sua mulher, era estéril. Ele orou por ela vinte anos e, então, ela concebeu. Estavam em seu ventre não apenas dois filhos, mas duas nações rivais. Deus escolheu Jacó, o mais novo, e não Esaú, o primogênito. Deus é soberano em sua eleição. Ele escolhe a quem quer, por sua livre graça, para o louvor de sua glória. Isaque e Rebeca não tiveram sabedoria para criar os filhos.

Isaque tinha preferência por Esaú enquanto Rebeca tinha predileção por Jacó. Isaque, mesmo sabendo que o plano de Deus passava por Jacó e não por Esaú, quis alterar o plano de Deus e abençoar o mais velho em vez de o mais novo. Rebeca, por sua vez, não crendo que Deus era poderoso suficiente para cumprir seu propósito, incitou Jacó a trair o irmão e enganar o pai para receber a bênção. Esses expedientes abriram um abismo de mágoa na relação entre os irmãos.

Esaú prometeu matar Jacó e Jacó precisou fugir às pressas de casa. Os erros humanos, entretanto, não podem anular o propósito de Deus. Jacó constituiu família em Padã-Arã e tornou-se o pai das doze tribos, a base da nação de Israel. A família de Isaque nos ensina que os pais não devem ter preferência por um filho em detrimento de outro. Isso é insensatez.

Tags: cada dia

Autor: Rev. Hernandes Dias Lopes   |   Visualizações: 263 pessoas
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